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life goes on…..or not

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Olá meu caro vazio cibernético, local em que eu teimosamente insisto em não perder a fé, e postar textos que nunca serão lidos ou comentados, afinal, já há muita lamúria alheia na internet!

No meu último post eu estava tão animada por descobrir que a Área de Comunicação seria uma escolha acertada para minha “carreira”. Mas a cada grande descoberta dessa minha rotineira confusão mental, eu percebo que ainda não encontrei o que realmente estou procurando, o que realmente me faz falta e que deixa tudo parecer assim, insosso.

Agora os questionamentos giram em torno de terminar ou não um relacionamento de 5 anos, recomeçar do 0 a minha vida ou só virar na próxima saída à esquerda. E por mais que eu me abra com meus amigos e familiares, ninguém de fato parece entender o que eu quero dizer, e pelo que estou passando. Nada está insuportável, e também nada está satisfatório. Ok, acho que eu realmente devia aceitar o convite da Aline e voltar a fazer terapia na Igreja.  E é hoje, às 19h.

3 anos depois….

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Mais precisamente 3 anos e quase um mês depois da última entrada neste blog, cá estou eu alimentando-o novamente… e quanta coisa aconteceu neste intervalo! Depois da mudança para a terra da garoa, eu soube finalmente como é estar fora da famosa “zona de conforto”.

E como foi isso? Ruim, péssimo, amargo e horrível! Porém necessário, muito necessário. Meu coração tinha plena consciência disso, mesmo sendo contra a natureza taurina mudar. Parece que só agora a poeira está baixando, e eu estou conseguindo me reconhecer depois de todo o crescimento pessoal proporcionado pelos desafios que enfrentei. Consigo agora ver até além do que enxergava antes de vir pra cá. Uma angústia que parecia não ter prazo pra acabar. Mas acabou. E estou feliz e confiante com o resultado desta equação. É importante frisar que é imprescindível que eu volte a praticar a criação de textos! Afinal, essa será minha principal ocupação de agora em diante…

reebok azul

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Eu quase comprei um tênis novo hoje. Quase novo. Um colega do serviço quase me convenceu a ficar com ele por 5 leves parcelas de 30 reais. O tênis era diferente, autêntico, bonito, até confortável, o que pra mim é difícil de encontrar. E ficou bem no meu pé. Mas….mas…não sei. Fiquei uns 30 minutos olhando pro nada e pensando em como usá-lo, como combiná-lo com as roupas que tenho e as que ainda vou ter…paralelamente ao desejo de eliminar prestações para minha nova empreitada de vida. É, no fim, desisti do negócio. Se eu simplesmente pudesse ganhá-lo, eu poderia aceitar. Não apenas por ser de graça, mas 150 reais por obrigação devem me dar o direito da escolha, e o tênis já estava lá: azul com listras cinzas, um pouco encardido de uma única vez ter sido usado por sua primeira dona. Sem falar que ontem eu já entrei no vermelho com a minha conta corrente por comprar uma sandália. Mas desta não me arrependo. Foi escolhida, provada 3 vezes e aprovada pela versatilidade. E não é apenas uma sandália. É um novo conceito de vida. Um novo calçado para a nova fase que vem vindo. A nova empreitada. Eu, na terra da garoa.

Melancolia

Melancolia…tristeza danada que vem e domina.
Mas olhando de perto, nem é tristeza, é uma maneira muito intensa de ver, de sentir a vida. Momentos tantos que passamos, aprendizados, machucados, alegrias, euforias. Muitas vezes sós, outras acompanhados. Mas em cada um desses momentos permanece uma beleza às vezes escondida, a beleza da vida. Beleza essa que muitas vezes só percebemos em meio a tristeza…melancolia!
Poderá se sentir alegria em meio à melancolia? Não é alegria e sim, um estado elevado de consciência. Aquele momento mágico, em que entendemos porquê nos dóem os calos, porque tropeçamos e caímos em tais buracos! A beleza vem do entender, mesmo que por um lapso de tempo, a equação instável das nossas vidas. E daí agradecer pela chance, e saber que tudo valeu, vale e valerá, muito, a pena.

título

Tenho descoberto o nome ideal para meu blog: Efêmera.

Uma vez que percebi que o motivo por ter parado de escrever foi o fato de sber que estes pensaentos não iriam vigorar para sempre em minha mente como normas de conduta. Achava errado passar pro papel coisas impermanentes. Mas eis que sou um ser vivo com dificuldades para me relacionar com o mundo à minha volta e as pessoas nele presentes. Estou permanentemente aprendendo sobre este mundo, como interagir e ter paz durante a minha passagem. As lições assimiladas hão sempre de mudar. Estou em estado constante de evolução.

Hello world!

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